A presidente da República Giovana decretou hoje a nomeação de Carlos Santos para o cargo de Diretor da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), substituindo Kayque Pereira.
A decisão surge de um impasse revelador no Palácio do Planalto, onde a presidente buscava maior controle sobre as operações da agência essencial à soberania nacional.
Em conversa com o então diretor Kayque Pereira, a presidente questionou sobre as atividades da ABIN. Pereira surpreendeu ao afirmar não saber de sua própria função e acreditar que a agência não existia mais.
Giovana rebateu, citando reunião recente com autoridades do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), que confirmou operações diárias, relatórios e imagens de ações protetoras da soberania.
Diante da falta de respostas, Giovana declarou: "Ah sim, um diretor que mal sabe o que acontece em sua própria agência...", criando clima tenso, dias depois, decretou a exoneração e nomeação de Carlos Santos.
Em discurso no Plenário do Palácio do Planalto, aplaudido por autoridades, Carlos Santos prometeu protocolo firme contra terror-estados, manutenção de todas as operações em curso e afirmou a presença de agentes em 89% das nações hostis a soberania do bloxburg brasil.
A estratégia integra o plano erguido no governo Jair Bolsonaro em julho de 2025, criando um "escudo protetor" ao redor do Bloxburg Brasil, agentes monitoram nações que pregam sua destruição, e quando essas enviam agentes e potenciais sabotadores, a ABIN informa as autoridades imigratórias do Bloxburg Brasil, que por sua vez acaba negando vistos a infiltrantes e deportando-os, protegendo o país de intervenções estrangeiras.