São Paulo, 3 de maio de 2026
Parlamentares brasileiros no Parlasul (Parlamento do Mercosul) protocolaram no último dia 2 de maio um pedido formal para que a liderança do bloco reavalie o processo de adesão de Arvenia ao Mercosul. A presidência rotativa do bloco, atualmente sob comando da Argentina, confirmou o recebimento da solicitação.
O Mercosul conta hoje com dez nações integrantes, e a possível entrada de Arvenia passou a gerar preocupação dentro do Congresso brasileiro. Segundo os parlamentares, há receio de que o novo país possa se tornar uma porta de entrada para grupos europeus já sancionados pelo bloco, que defendem posições hostis ao Brasil e à América do Sul.
Arvenia surgiu após o colapso institucional da antiga Bolívia, em meio a crises econômicas e endividamento. O país foi fundado sob liderança de Magnus Blackwood, civil europeu que deixou Helvaria após sucessivos conflitos políticos e acusações envolvendo instabilidade regional no continente europeu.
Nos bastidores do Mercosul, diplomatas brasileiros afirmam que o temor central não está apenas na criação da nova nação, mas na recente chegada de indivíduos europeus ligados a episódios anteriores de tensões políticas no continente sul-americano. Entre os nomes citados estão Matt, acusado de declarações de superioridade europeia contra brasileiros; Davi Luiz, apontado como espião ligado à antiga nação de Portari; Mauro Neuburger, investigado por esquemas financeiros envolvendo recursos brasileiros; e Gabriel Bittencourt, também associado a grupos europeus monitorados pelo bloco.
De acordo com o pedido brasileiro, caso Arvenia seja admitida sem mecanismos rigorosos de controle migratório, cidadãos sancionados poderiam circular livremente entre países membros utilizando o status de civis do Mercosul.
O presidente do bloco, Arnoldo, anunciou que realizará uma avaliação direta das políticas de fronteira arvenianas nas próximas duas semanas. A missão observará especialmente o controle de entrada de pessoas provenientes de nações europeias sancionadas e o cumprimento das normas de segurança regional.
A preocupação ganhou força após experiências anteriores dentro do próprio bloco. Autoridades argentinas lembraram episódios envolvendo a antiga influência estrangeira da nação de Montavia, que culminaram em uma crise política superada apenas após o movimento de independência argentino em 2025.