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Brasília, 7 de fevereiro de 2026
A crise diplomática entre o Brasil e a The United Nations (TUN) atingiu seu ponto mais crítico nesta sexta-feira. Representantes da organização internacional fecharam formalmente todos os canais de negociação com o Estado brasileiro e promoveram o banimento imediato dos representantes do Brasil da estrutura da TUN, encerrando de forma abrupta qualquer tentativa de reaproximação institucional.
Segundo informações confirmadas, a tentativa do Brasil de retornar à The United Nations fracassou após sucessivas tensões acumuladas nos últimos meses. Civis e autoridades políticas já vinham alertando, de forma recorrente, para os riscos de reintegração a uma entidade que passou a ser descrita por críticos internos como mais próxima de uma aliança controlada por interesses específicos do que de uma organização multilateral de nações.
De acordo com esses alertas, integrantes que se opõem à liderança da TUN seriam submetidos a punições severas, descritas como “mutações” ou banimentos sumários, prática que teria sido aplicada agora aos representantes brasileiros. O fechamento definitivo das portas de diálogo foi acompanhado de manifestações públicas agressivas atribuídas a membros centrais da organização.
O cenário se agravou após a TUN acusar um dos fundadores do Brasil, Denvest, de práticas como homofobia, racismo e sexismo. As acusações provocaram forte reação interna e ampliaram o clima de instabilidade política e social. A população, segundo relatos, reagiu com indignação, enquanto Denvest veio a público rebater as afirmações, classificadas como falsas e caluniosas.
O episódio produziu um efeito político significativo: membros dos três Poderes da República, incluindo setores que historicamente se posicionavam de forma crítica a Denvest, passaram a se unir em defesa do fundador diante da gravidade das acusações. O entendimento predominante foi o de que as denúncias ultrapassaram o debate político e atingiram diretamente a honra pessoal e institucional.
Diante da escalada da crise, a Presidente da República, Giovana, divulgou uma nota oficial conjunta com os presidentes do Senado Federal e da Central dos Fundadores, posicionando formalmente o Estado brasileiro sobre o caso.
VERSÃO RÁPIDA
A TUN encerrou negociações com o Brasil e baniu seus representantes. Acusações contra um fundador brasileiro foram classificadas como falsas pelo governo, que reafirmou a defesa da soberania e rompeu definitivamente com a organização.
Na nota, o Estado brasileiro afirma que as acusações de que o Brasil seria homofóbico, sexista ou racista são “falsas e infundadas”. O documento esclarece que, após o Brasil proibir legalmente a entrada de agentes da TUN em território nacional por razões de segurança, a organização tentou coagir o país a reverter a decisão. Diante da negativa do Senado Federal e do Governo Federal, a liderança da TUN teria recorrido a acusações baseadas em capturas de tela selecionadas envolvendo Denvest e Oliver, fundador do Reino Unido, que teriam sido utilizadas de forma manipuladora.
Segundo o texto oficial, os fatos citados ocorreram há aproximadamente dois meses e já haviam sido explicados publicamente. Denvest relatou que, após receber mensagens extremamente agressivas de membros da TUN e sofrer pressão intensa relacionada a ações envolvendo o Secretário-Geral da ONU, Anthony, incluindo ameaças de escalada na Argentina e expulsão de tropas brasileiras, reagiu de forma impulsiva. Em um momento de angústia, teria copiado uma lista genérica de palavras proibidas, comumente utilizada por sistemas automáticos de moderação, traduzindo-a e enviando-a sem autoria ou intenção discriminatória.
O governo afirma que esse episódio não reflete as crenças ou a conduta de Denvest e ressalta que, por mais de seis anos, ele atuou de forma consistente contra o racismo, o sexismo, a homofobia e outras formas de discriminação, tanto como Presidente quanto como membro da Central dos Fundadores, além de colaborar com os três Poderes do governo. As alegações, segundo a nota, contradizem um histórico público documentado.
O comunicado também afirma que declarações feitas por Oliver, Tito e Anthony ignoraram evidências como repetições e formatação que indicariam que o conteúdo usado nas acusações foi copiado, e não produzido pelo fundador brasileiro, sendo empregado para enganar e pressionar terceiros. Além disso, representantes brasileiros teriam sido submetidos a tratamento hostil e degradante dentro da TUN.
Diante desse contexto, o Brasil recusou a readmissão de membros da TUN em seu território. O governo reforçou que, atualmente, não há representantes da organização no país e que essa posição permanecerá inalterada. A nota ainda menciona que, durante o período em que o Brasil esteve novamente vinculado à TUN, Tito, apontado como um dos principais opositores da presença brasileira, teria dirigido repetidos insultos politizados contra fundadores e membros do país, conduta classificada como inaceitável.
O documento oficial foi assinado por Giovana, Presidente da República; Caio Rodrigues Lima, Presidente do Senado Federal; e Jair Messias Bolsonaro, Presidente da Central dos Fundadores. A manifestação conjunta marca um raro alinhamento público entre as lideranças dos principais órgãos do Estado em meio a uma crise internacional.
Com o rompimento definitivo e o banimento formalizado, o Brasil entra em um novo capítulo de sua política externa, reafirmando a defesa de sua soberania e indicando que não aceitará pressões ou condicionamentos de organizações internacionais que, segundo o governo, ultrapassem os limites da cooperação diplomática.