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Brasília, 7 de fevereiro de 2026
Uma escalada de tensões diplomáticas marcou esta sexta-feira após representantes da The United Nations (TUN) serem acusados de tentar intervir diretamente no funcionamento do Legislativo e do Executivo brasileiros. Segundo relatos e entrevistas citadas por autoridades, a organização teria ordenado ao Senado Federal e ao Palácio do Planalto a remoção de banimentos aplicados a indivíduos classificados pelo governo como espiões enviados ao país pela própria TUN.
A reação interna foi imediata. De acordo com informações colhidas ao longo do dia, a população manifestou forte descontentamento com o que classificou como intervenção estrangeira na soberania brasileira. A pressão popular teria se intensificado sobre o governo de Giovana, cobrando medidas diante das exigências externas.
No dia 30 de janeiro, Giovana anunciou o banimento e a deportação de todos os espiões vinculados à TUN que estariam no país. A decisão foi apresentada como resposta direta às ações consideradas indevidas por parte da organização internacional.
Nesta sexta-feira, 7 de fevereiro, a crise ganhou novo capítulo após Tito, descrito como um dos líderes centrais da TUN, vir a público em redes de conversas frequentadas por brasileiros para lançar um ultimato. Segundo o conteúdo divulgado, a ameaça consistia em banir o Bloxburg Brasil da própria aliança das nações unidas caso os banimentos não fossem revertidos no prazo de 24 horas.
A declaração teve efeito imediato nas ruas e no servidor discord. Relatos indicam o surgimento de protestos espontâneos, com manifestações duras contra a TUN e seus representantes, frases ofensivas e palavras de ordem circularam amplamente, evidenciando o grau de irritação popular com a possibilidade de intervenção estrangeira no país.
A confusão e a repercussão dos protestos chegaram a Oliver, apontado como dono da The United Nations e fundador do UKOGB, que teria tentado abrir diálogo com autoridades brasileiras em Brasília. Até o momento, não houve confirmação pública de acordo ou recuo formal por parte da organização.
O episódio ampliou o clima de tensão entre o Brasil e países europeus. Em declarações atribuídas a fontes ligadas ao debate público, foi mencionado que uma parcela significativa do território europeu estaria sob influência de movimentos classificados como terroristas e hostis ao Brasil, citando-se grupos como Maxi, Petúria, BRA, BUK e BUN. Ainda segundo essas alegações, a TUN e o UKOGB teriam se alinhado a tais movimentos, o que agravaria o cenário de instabilidade diplomática.
Autoridades brasileiras reiteraram, em manifestações anteriores, que as decisões tomadas têm como base a defesa da soberania nacional e a preservação das instituições. O governo afirma que não aceitará imposições externas sobre atos considerados de segurança interna.
Enquanto tentativas de diálogo são sinalizadas nos bastidores, a situação permanece indefinida. O Brasil segue sustentando sua posição, em meio a protestos populares e a um ambiente internacional cada vez mais tenso, reafirmando o compromisso com sua autonomia e com a condução independente de suas políticas de Estado.