EBN – Empresa Brasileira de Notícias
Brasília, 12 de julho de 2026
O ex-vice-presidente da República Kayque Pereira iniciou atividades laborais no Presídio Federal da Papuda, em Brasília, onde permanece preso preventivamente enquanto responde ao processo relacionado ao caso do Shopping Marshalls. A nova função integra o regime de trabalho da unidade prisional e tem como objetivo permitir que o custodiado exerça atividade remunerada durante o cumprimento das determinações judiciais.
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Preso na Papuda, Kayque Pereira começou a trabalhar na produção de geleias dentro da unidade prisional. Pelo serviço, recebe US$ 26 por unidade produzida. Os produtos estão sendo comercializados por US$ 40 cada e, neste momento, abastecem a Festa do Peão Ultimate, em Minas Gerais.
De acordo com as informações disponíveis, Kayque atua na produção de geleias dentro do presídio. Pelo trabalho realizado, recebe US$ 26 por cada unidade fabricada, conforme o sistema de remuneração estabelecido para a atividade.
As geleias produzidas estão sendo destinadas ao abastecimento de supermercados, hospitais e eventos de grande porte. Entre os primeiros contratos informados está o fornecimento para a Festa do Peão Ultimate, realizada em Minas Gerais, onde cada unidade está sendo comercializada por US$ 40.
A atividade representa a primeira ocupação profissional exercida por Kayque desde sua prisão. O trabalho ocorre enquanto o ex-vice-presidente permanece à disposição da Justiça, aguardando o andamento da ação penal instaurada pela Central dos Fundadores.
O caso continua tendo ampla repercussão nacional desde a renúncia de Kayque ao cargo de vice-presidente da República e a abertura das investigações sobre o empreendimento Shopping Marshalls. Em entrevistas recentes, o ex-vice-presidente afirmou que pretende ressarcir investidores e reconstruir sua imagem pública.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o volume de produção das geleias, o valor total já recebido pelo detento ou a destinação específica dos recursos obtidos com sua remuneração.
Enquanto exerce suas atividades no sistema prisional, Kayque Pereira segue preso preventivamente na Papuda, onde aguarda as próximas etapas do processo judicial que apura as acusações apresentadas pelo Ministério Público Federal.
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