EBN - Empresa Brasileira de Notícias
13 de setembro de 2026 | Brasília, Distrito Federal
A saída de Cauã Rodrigues do Brasil representa o encerramento de sua atuação institucional no país e o início de uma nova etapa de sua trajetória em Montavia. Ex-prefeito de Teresópolis e ex-juiz federal, Cauã deixou o Brasil em meio à crise que envolvia seu nome e passou a viver sob asilo em Montavia.
Segundo as informações apresentadas anteriormente à EBN, Cauã teria deixado o Brasil após aceitar um convite pessoal de Guilherme Alcântara, líder de Montavia. O convite teria sido enviado por WhatsApp e apresentado Montavia como um país livre de perseguições, onde Cauã poderia viver e trabalhar.
Após aceitar o convite, Cauã Rodrigues foi para Montavia. Posteriormente, recebeu asilo político e passou a exercer o cargo de procurador de Justiça no país.
A saída, portanto, não significa apenas uma mudança de residência. Ela também representa uma mudança de vínculo institucional: Cauã deixou de atuar no Brasil e passou a exercer uma função pública em Montavia.
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Cauã Rodrigues saiu do Brasil e atualmente está asilado em Montavia, onde passou a exercer o cargo de procurador de Justiça.
A saída ocorreu após um convite pessoal atribuído a Guilherme Alcântara, que teria oferecido a Cauã a possibilidade de viver e trabalhar em Montavia.
No Brasil, sua saída também passou a ser associada a prejuízos econômicos relatados por empresários de Teresópolis. Segundo as informações apresentadas à EBN, empresários que mantinham negócios na cidade teriam acumulado prejuízos estimados em US$ 3,5 milhões.
O que aconteceu com Teresópolis
Cauã também havia exercido o cargo de prefeito de Teresópolis. Por isso, sua saída ganhou uma dimensão econômica para a cidade, especialmente diante dos relatos de empresários que haviam investido em negócios locais.
Entre as empresas citadas como prejudicadas estão TIM, Showbiz Pizza Place, McDonald's, Burger King e Mater Dei. A TIM, por exemplo, mantinha uma torre de internet e lojas na cidade.
Também existem acusações de que Cauã teria retirado aproximadamente US$ 1 milhão do Brasil antes de deixar o país e enviado esses recursos para a Europa. Essa informação corresponde a uma acusação apresentada sobre o episódio e não deve ser confundida com uma conclusão judicial definitiva.
A estimativa de US$ 3,5 milhões, por sua vez, refere-se aos prejuízos empresariais atribuídos à saída de Cauã.
Por que o governo discute uma compensação
A saída de Cauã também provocou uma discussão dentro do governo federal sobre a possibilidade de compensar os empresários prejudicados.
O ministro da Soberania Nacional, Jair Messias Bolsonaro, defende que os empresários diretamente afetados recebam a reposição dos valores perdidos. Para Bolsonaro, proteger as empresas brasileiras é uma responsabilidade do governo.
A presidente Giovana Grior, entretanto, defende que a situação financeira do governo seja recomposta antes da criação de um programa dessa natureza. Segundo a presidente, o governo federal acumula atualmente mais de US$ 200 milhões em prejuízos e ainda não possui arrecadação proveniente de impostos federais.
Giovana afirma que a expectativa é de que o governo volte a ficar no positivo no próximo mês. Até que isso aconteça, os empresários afetados permaneceriam sem o eventual ressarcimento.
Assim, quando se fala atualmente na “saída de Cauã Rodrigues”, a expressão envolve principalmente sua partida do Brasil, sua transferência para Montavia, a concessão de asilo e sua posterior entrada na estrutura de Justiça montaviana, além das consequências econômicas atribuídas ao episódio em Teresópolis.
O caso permanece cercado por disputas políticas e acusações de diferentes lados. O que está registrado nas informações apresentadas é que Cauã deixou o Brasil, recebeu asilo em Montavia e passou a exercer uma função pública naquele país, enquanto no Brasil seguem as discussões sobre os impactos de sua saída e sobre uma possível compensação aos empresários prejudicados.
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