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Brasília, Distrito Federal, 5 de setembro de 2026
A passagem de Pedro Henrique Costa por Petúria provocou uma das maiores reações políticas já registradas em torno do prefeito de Santos. Após retornar ao Brasil, o político voltou a ser colocado sob custódia no Presídio Federal da Papuda, enquanto diferentes autoridades passaram a defender que ele seja levado à Central dos Fundadores para responder pelas declarações e atitudes realizadas durante sua permanência no exterior.
O episódio chamou atenção pela combinação entre a fuga da prisão, a viagem à Europa, a procura por auxílio financeiro para Santos e as declarações feitas em território peturiano, considerado pelo Brasil um dos seus principais inimigos nacionais.
De acordo com as informações divulgadas pela Folha de Petúria, Pedro Costa procurou cidadãos peturienses para obter recursos destinados à continuidade de obras públicas de Santos. A mobilização terminou com a arrecadação de 50 mil rublos.
O que inicialmente poderia ser apresentado como uma tentativa de obter investimentos para o município ganhou uma dimensão política muito maior depois que Costa passou a fazer declarações negativas sobre o Brasil e a elogiar as condições encontradas em Petúria.
Para políticos brasileiros, a situação adquiriu uma gravidade ainda maior porque, segundo as informações apresentadas, grupos ligados a Petúria defendem a destruição do Brasil e ações contra brasileiros. O episódio passou a ser tratado por diferentes autoridades como uma questão relacionada à soberania nacional e à imagem do país no exterior.
A repercussão alcançou governadores, prefeitos, senadores, o vice-presidente e a própria Presidência da República.
O presidente do Senado Federal, Caio Rodrigues Lima, chegou a visitar Pedro Costa na prisão após seu retorno ao Brasil. Segundo o relato apresentado, o encontro teve como objetivo compreender pessoalmente o que teria levado o prefeito de Santos a tomar a decisão de viajar para Petúria e realizar as declarações que provocaram a crise.
Durante a conversa, Caio Rodrigues Lima afirmou ter ficado surpreso com a mudança de postura atribuída a Pedro e questionou como alguém que, segundo ele, havia defendido a soberania brasileira durante sua trajetória política poderia ter procurado auxílio justamente em uma nação considerada inimiga do Brasil.
"Olá companheiro Pedro, como é bom te ver aqui. Eu queria te visitar pessoalmente para te entender porque eu não consegui de coração entender o que estavam falando de você. O que me falaram e o que eu vi foi uma pessoa totalmente diferente de quem eu conheci no passado, convivendo constantemente.
Eu queria uma explicação do senhor, companheiro, para saber o que passou na sua cabeça no momento em que você foi na Europa e foi lá mendigar por uma pequena quantia de dinheiro que agora está querendo trazer tanta dor de cabeça.
Companheiro, você foi a pessoa que mais favoreceu a soberania do Brasil enquanto você estava aqui. Eu não entendo como que uma pessoa dessas de repente se volta contra o seu próprio país e vem mendigar em outro país que é o inimigo nacional do Brasil.
Eu simplesmente não consigo entender como que isso venha acontecer. Isso foi algo que eu jamais esperava vindo de você, especialmente de você, porque você é uma das pessoas que mais pregou a soberania do Brasil em toda sua estadia.
Aquilo foi muito inesperado, não só para mim, mas eu consegui ver a reação de surpresa de todo mundo que também teve que acordar de repente por conta que você, do nada, fez uma coisa assim.
Isso realmente me pegou de surpresa. Isso com certeza pegou todo mundo da Central dos Fundadores, do Senado, de todas as áreas públicas. Ninguém jamais esperaria que quem mais preza pela qualidade de vida do Brasil estivesse literalmente conspirando contra o seu próprio país, pregando o fim do Brasil junto com aqueles que realmente desejam isso.
Então eu não entendi o seu lado. O que você pensou? Você quer encontrar todas as pessoas que não têm qualquer tipo de compaixão pelo Brasil, pelo prazer de ver o fim deste país tão belo quanto o Brasil?"
A declaração do presidente do Senado resume o sentimento demonstrado por parte significativa da classe política brasileira após o episódio.
A principal questão levantada pelas autoridades não está apenas no valor arrecadado em Petúria, mas no fato de Pedro Costa ter procurado apoio em um território considerado inimigo nacional enquanto fazia declarações que, segundo seus críticos, prejudicavam a imagem brasileira.
Presidente da República faz pronunciamento nacional
Diante da dimensão da repercussão, a presidente da República, Giovana Grior, também se pronunciou diretamente ao povo brasileiro.
Em seu discurso, a presidente afirmou que o país atravessa um momento delicado, mas destacou que sua política de conciliação não significaria tolerância com ações que, na avaliação do governo, atentassem contra a soberania brasileira.
Giovana também confirmou a existência de uma crise financeira nos cofres da União, afirmando que o Governo Federal recebeu um país em situação fiscal grave e trabalha na reorganização dos impostos e das contas públicas.
Ao mesmo tempo, a presidente contestou as afirmações atribuídas a Pedro Costa e à imprensa peturiana sobre as condições brasileiras.
Em seu pronunciamento, afirmou:
"Minhas brasileiras e meus brasileiros,
Falo com vocês hoje no momento mais crítico e delicado desde que assumi a Presidência da República. Como vocês sabem, tracei desde o primeiro dia uma postura de conciliação, diálogo e união para tirar o nosso país do abismo. Mas ser uma líder conciliadora jamais significará ser uma líder conivente.
Conciliação não é fraqueza, e a paciência do Estado brasileiro não será confundida com rendição. Não nos curvaremos diante daqueles que atentam contra a nossa soberania e o nosso povo.
O senhor Pedro Costa, que exerceu cargos de grande relevância como prefeito de Santos e governador de São Paulo, e que havia sido indicado para a embaixada da Jordânia, cometeu um crime inaceitável contra a nossa nação.
Após fugir da prisão onde se encontrava, ele escapou para a Europa e se aliou diretamente ao Estado de Petúria, um terror-estado cujo um dos objetivos explícitos de seus membros é a destruição e o fim do Brasil.
Mais do que isso, em um espetáculo lamentável, Pedro Costa expôs e entregou informações sobre nossas instituições federais, incluindo o INMET, o Desenrola Brasil e outros órgãos estratégicos.
A imprensa de Petúria já faz alarde, ridicularizando a atitude dele, mostrando que ele mendigou socorro no exterior e tentando usar a nossa imagem para nos desestabilizar no meio desta guerra fria geopolítica entre o Brasil e blocos europeus.
Diante disso, quero falar com absoluta clareza sobre o que é fato e o que é propaganda inimiga.
A crise no Tesouro é real, mas estamos enfrentando com responsabilidade. Não escondo de ninguém que recebemos o país falido. A crise financeira nos cofres da União existe, mas estamos trabalhando sem parar para resolvê-la, reorganizando os impostos e ajustando as contas públicas para garantir a sustentabilidade do Estado.
Tudo o mais dito por Pedro Costa e por Petúria é pura mentira. As alegações de que o Brasil não tem infraestrutura e a narrativa de que Petúria, um estado terrorista que usa o próprio governo e a máquina pública como arma, seria um 'país dos sonhos' são absolutamente falsas e desprezíveis.
Diante deste ataque à nossa honra e segurança nacional, determinei as seguintes ações urgentes: a demissão formal e imediata de Pedro Costa de qualquer quadro ou indicação do serviço público federal. Ele responderá por alta traição às instâncias competentes.
Estive reunida durante toda a jornada com o nosso ministro da Casa Civil, Toryel Nunes. Estamos estruturando a criação de um Comitê de Emergência de Reparação da Imagem Nacional, focado em colher sugestões e traçar estratégias para blindar e reconstruir a reputação do Brasil no cenário internacional.
Responderemos às narrativas de Petúria não com slogans vazios, mas mostrando a realidade das nossas cidades, a força da nossa infraestrutura e a vida digna dos nossos cidadãos civis.
Lançaremos uma grande campanha internacional e soberana mostrando o valor da nossa gente e a verdade sobre a nossa nação.
O Brasil é muito maior do que a traição de um indivíduo e muito mais forte do que a propaganda de um estado terrorista.
Permanecerei firme na condução deste país, defendendo nossa soberania com altivez, reestruturando nossa economia e mostrando ao mundo do que os brasileiros são capazes quando unidos."
Versão rápida
Pedro Henrique Costa retornou ao Brasil e está novamente custodiado no Presídio Federal da Papuda após sua passagem por Petúria. O episódio provocou forte reação entre políticos brasileiros, com autoridades defendendo que o prefeito de Santos seja levado à Central dos Fundadores e alguns políticos pedindo seu exílio. O presidente do Senado, Caio Rodrigues Lima, visitou Costa na prisão para questioná-lo pessoalmente sobre a viagem e as declarações feitas no exterior. A presidente Giovana Grior também fez um pronunciamento nacional, classificando o episódio como grave e anunciando medidas para responder às narrativas de Petúria e proteger a imagem do Brasil.
A repercussão política se espalhou por diferentes níveis da administração pública. Governadores, prefeitos, senadores, o vice-presidente e integrantes do governo federal também se manifestaram contra Pedro Costa.
A dimensão da reação está diretamente relacionada ao caráter inédito atribuído ao episódio por seus críticos. Segundo as manifestações políticas apresentadas, trata-se de uma situação considerada sem precedente recente: um cidadão brasileiro que ocupava um cargo público de relevância ter deixado o país e, já em território estrangeiro, realizado declarações consideradas ofensivas ou prejudiciais à imagem de sua própria nação.
A situação ganhou ainda mais peso porque Pedro não teria viajado simplesmente para realizar uma visita diplomática. Segundo as informações divulgadas, ele teria buscado auxílio financeiro para Santos e recebido uma contribuição de 50 mil rublos de cidadãos peturienses.
Ao mesmo tempo, o prefeito passou a comparar as condições encontradas em Petúria com a realidade brasileira e afirmou ter observado naquele território uma estrutura de infraestrutura, serviços públicos e atividade econômica que considerava superior àquela existente em seu município.
A visita ao Hospital Shalom Adonai, em Kerch, também foi mencionada pela imprensa peturiana. A unidade, inaugurada pelo governo de Orientália, possui cinco andares e conta com consultórios, pediatria, sala de cirurgia, raio-X e outras instalações.
A publicação anterior de Pedro na rede social Elo, na qual chamou Petúria de "país do futuro", também voltou ao centro da discussão. A publicação foi apagada posteriormente.
Com Pedro novamente preso no Brasil e já indiciado, a discussão agora se desloca para a Central dos Fundadores. É nessa instância que deverão ser analisadas as acusações relacionadas ao episódio e as medidas que poderão ser aplicadas ao político.
O pedido de exílio defendido por parte dos políticos representa, neste momento, uma das respostas mais severas mencionadas publicamente contra Pedro Costa. A decisão, entretanto, deverá permanecer submetida às autoridades competentes.
Enquanto isso, o Governo Federal tenta controlar os efeitos políticos e diplomáticos provocados pelas declarações realizadas em Petúria. A presidente Giovana Grior anunciou a criação de um Comitê de Emergência de Reparação da Imagem Nacional e afirmou que a resposta brasileira será baseada na apresentação da realidade do país, de suas cidades, de sua infraestrutura e de seus cidadãos.
Pedro Henrique Costa permanece no centro de uma nova crise nacional, agora marcada não apenas por seus antecedentes judiciais e por suas sucessivas fugas, mas também pelas consequências políticas de sua passagem por um dos principais adversários do Brasil.
O próximo capítulo será decidido pela Central dos Fundadores, onde Pedro deverá estar presente para responder às acusações decorrentes do episódio que colocou novamente seu nome no centro do cenário político brasileiro.
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5 de setembro de 2026